A ‘batalha’ travada na Rampa Porca de Murça 2025 pelo domínio n Campeonato de Portugal Clássicos de Montanha JC Group foi tendo vários protagonistas ao longo dos dois dias de competição. No final, Rui Costa impôs a potência do seu Ford Escort RS 1600, suplantando a forte oposição de Flávio Sainhas.
As inconstâncias das condições atmosféricas jogaram um papel importante no desenrolar da refrega reservada aos Clássicos de Montanha. Achuva a cair de forma intermitente, fazendo com que as condições de pista fossem variando, mesmo durante cada uma das subidas, sabotou por completo qualquer estratégia, com a escolha de pneus a, de certa forma, deixar de ser uma opção estratégica, para se transformar numa autêntica roleta da sorte.
José Pedro Gomes foi o primeiro comandante da geral dos Clássicos, ao ser o mais lesto na única subida de prova de Sábado, então na frente de Rui Costa e Flávio Sainhas (Ford Escort MKI).
No domingo tudo mudou.
Costa e Sainhas começaram a imprimir um andamento que os restantes adversários não conseguiram acompanhar, com Costa a vencer a 2ª Subida de Prova e Sainhas a conquistar a derradeira. Na soma dos dois melhores tempos dos três obtidos nas subidas de prova, Rui Costa venceu, com Sainhas a ser segundo, resultado positivo nesta primeira defesa do seu título nacional.
Entretanto, Ricardo Pereira (Ford Escort) rubricava uma exibição muito forte na jornada de domingo, tendo mesmo vencido a 3ª Subida de Prova e garantia o 3º lugar. Quanto a Pedro Gomes, caiu para quarto, não tendo sido feliz neste dia com a ‘roleta’ da meteorologia.