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RUBEN FARIA E A PROVA EM PORTUGAL: “É UM DESAFIO ÚNICO”

RUBEN FARIA E A PROVA EM PORTUGAL: “É UM DESAFIO ÚNICO”

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Diretor-geral da Monster Energy Honda, Ruben Faria afirma que o BP Ultimate Rally-Raid Portugal é um desafio completamente diferente para os pilotos do Mundial de Rally-Raid (W2RC), que começaram a época nas areias do Dakar e de Abu Dhabi. O ex-piloto algarvio aponta os grandes candidatos à vitória nas motos.

Ruben Faria construiu uma das mais impressionantes carreiras entre os motards portugueses de bajas e rally-raids, subindo inclusive ao pódio do Dakar, em 2013, no 2.º lugar. Há precisamente 25 anos, Ruben Faria ganhou a Baja Telecel 1000, num formato de prova que tem semelhanças com o moderno BP Ultimate Rally-Raid Portugal.

“As principais características desta prova devem ser a diversidade de terrenos e o facto de, em Portugal, normalmente termos setores muito mais técnicos e ‘fechados’ do que no Dakar ou em Abu Dhabi, que são corridas no deserto ou em terreno ‘aberto’. Até quando comparada com a Andaluzia, que esteve no Mundial há uns anos, esta prova não deve ser tão rápida, deve ter mais condução e os pilotos vão ter que se adaptar a diferentes ‘perigos’. Por exemplo, quando rodamos entre árvores, há dois grandes perigos para os motards: as raízes das árvores, e as transições rápidas entre luz-sombra-luz, que são verdadeiros flashes quando se anda a estas velocidades. Isso exige muita concentração”, afirma Ruben Faria, que é adepto da variedade de tipologias dentro do calendário do W2RC.

Também por isso, os pilotos norte-americanos, como o duplo vencedor do Dakar, Ricky Brabec, ou Skyler Howes não estão tão à-vontade nestas provas na Europa. “Sim, é mais difícil a um piloto que vive, por exemplo, na Califórnia, encontrar terrenos parecidos com os nossos para treinar. Nesse aspeto, pilotos como o Tosha (Schareina), o Adrien (Van Beveren) ou o Pablo (Quintanilla) poderão estar mais confortáveis para discutir a corrida. Depois há o (Sebastian) Bühler, que conhece bem o terreno, o Ross Branch que lidera o campeonato, e o Lorenzo Santolino, outro piloto que pode entrar na luta. Acho que vai ser um desafio único e uma prova bastante disputada”, referiu o antigo vencedor da Baja Portalegre 500, que em janeiro ganhou o Dakar com Brabec e a Honda.

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