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Filipe Teixeira: “mesmo com carros inferiores, andamos taco-a-taco e discutimos as vitórias”

Filipe Teixeira: “mesmo com carros inferiores, andamos taco-a-taco e discutimos as vitórias”

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O piloto penafidelense e o seu conterrâneo e navegador António Campos sagraram-se vice-campeões no Campeonato Start Norte de Ralis 2023, depois de uma época notável em que Filipe Teixeira voltou a provar que é um dos pilotos mais rápidos entre os que competem a norte nas duas rodas motrizes. Para 2024, quer “subir um degrau” e lutar pelo título do agora criado Campeonato Start Norte Ralis 2RM.

No início da temporada, o que esperava de 2023?

Foi um ano que nada tínhamos planeado em concreto, mas com a ajuda de todos os nossos amigos e patrocinadores lá fomos conseguindo fazer um rali atrás de outro e os resultados foram aparecendo. Sempre que alinhámos numa prova, o nosso mote é ser rápidos e estar na discussão dos lugares da frente e a temporada passada voltou a provar que conseguimos ser muito competitivos, como prova o excelente 2º lugar final no Start Norte de Ralis.

Qual foi o maior desafio que tinha pela frente?

O maior desafio da temporada foi mesmo ter de assumir mais uma temporada em que não poderíamos almejar mais do que pensar participar corrida a corrida, lutando sempre para conseguir arranjar os apoios necessários. Felizmente, os patrocinadores foram fazendo um esforço e lá conseguimos fazer o campeonato na totalidade e, mais importante, corresponder com bons resultados ao apoio dado por eles.

Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

Tivemos vários momentos bons. Acima de qualquer momento específico, de 2023 fica o nosso orgulho por sentirmos que mesmo correndo com carros inferiores aos dos nossos principais adversários, andamos taco-a-taco e mostramos em todos os ralis que estávamos lá para ganhar.

O mais desapontante foi, sem dúvida alguma, a saída de estrada no Rali de Famalicão por uma distração minha que não podia acontecer e que, possivelmente, foi decisiva para nos afastar da conquista do título.

Que balanço faz da temporada?

Fica um certo amargo de boca. Se no início de 2023, não tínhamos sequer a certeza de poder fazer o campeonato todo, com o passar das provas, começamos a achar que era possível vencer o campeonato, mas a sorte não teve do nosso lado e acabámos por perder alguns pontos importantes, não só em Famalicão, mas também no Rali de Montelongo e no Rali da Água. Mas, estamos muito orgulhosos do que fizemos e o balanço é muito positivo.

Já tem os seus planos definidos para 2024?

Ainda estamos em avaliação… Em princípio, passará pelo Campeonato Start Norte e Start Norte 2RM. Só falta mesmo decidir em qual carro iremos participar. A maior parte de 2023 foi com o Citroen Saxo e, para além de termos utilizado um Peugeot 206 GTi, alinhamos com um Peugeot 208 VTi R2 em Murça, onde vencemos. O 208 é uma possibilidade para 2024, mas ainda não fechamos nada. Seja qual for o carro, queremos estar na luta pelo título”

Filipe Teixeira: “mesmo com carros inferiores, andamos taco-a-taco e discutimos as vitórias”

O piloto penafidelense e o seu conterrâneo e navegador António Campos sagraram-se vice-campeões no Campeonato Start Norte de Ralis 2023, depois de uma época notável em que Filipe Teixeira voltou a provar que é um dos pilotos mais rápidos entre os que competem a norte nas duas rodas motrizes. Para 2024, quer “subir um degrau” e lutar pelo título do agora criado Campeonato Start Norte Ralis 2RM.

No início da temporada, o que esperava de 2023?

Foi um ano que nada tínhamos planeado em concreto, mas com a ajuda de todos os nossos amigos e patrocinadores lá fomos conseguindo fazer um rali atrás de outro e os resultados foram aparecendo. Sempre que alinhámos numa prova, o nosso mote é ser rápidos e estar na discussão dos lugares da frente e a temporada passada voltou a provar que conseguimos ser muito competitivos, como prova o excelente 2º lugar final no Start Norte de Ralis.

Qual foi o maior desafio que tinha pela frente?

O maior desafio da temporada foi mesmo ter de assumir mais uma temporada em que não poderíamos almejar mais do que pensar participar corrida a corrida, lutando sempre para conseguir arranjar os apoios necessários. Felizmente, os patrocinadores foram fazendo um esforço e lá conseguimos fazer o campeonato na totalidade e, mais importante, corresponder com bons resultados ao apoio dado por eles.

Qual foi o melhor momento e o momento mais despontante?

Tivemos vários momentos bons. Acima de qualquer momento específico, de 2023 fica o nosso orgulho por sentirmos que mesmo correndo com carros inferiores aos dos nossos principais adversários, andamos taco-a-taco e mostramos em todos os ralis que estávamos lá para ganhar.

O mais desapontante foi, sem dúvida alguma, a saída de estrada no Rali de Famalicão por uma distração minha que não podia acontecer e que, possivelmente, foi decisiva para nos afastar da conquista do título.

Que balanço faz da temporada?

Fica um certo amargo de boca. Se no início de 2023, não tínhamos sequer a certeza de poder fazer o campeonato todo, com o passar das provas, começamos a achar que era possível vencer o campeonato, mas a sorte não teve do nosso lado e acabámos por perder alguns pontos importantes, não só em Famalicão, mas também no Rali de Montelongo e no Rali da Água. Mas, estamos muito orgulhosos do que fizemos e o balanço é muito positivo.

Já tem os seus planos definidos para 2024?

Ainda estamos em avaliação… Em princípio, passará pelo Campeonato Start Norte e Start Norte 2RM. Só falta mesmo decidir em qual carro iremos participar. A maior parte de 2023 foi com o Citroen Saxo e, para além de termos utilizado um Peugeot 206 GTi, alinhamos com um Peugeot 208 VTi R2 em Murça, onde vencemos. O 208 é uma possibilidade para 2024, mas ainda não fechamos nada. Seja qual for o carro, queremos estar na luta pelo título”

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